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BFB 831 – Neuroeducação

NEUROEDUCAÇÃO – CÓDIGO BFB 831

Docente Responsável:

  • Alfred Sholl Franco

Docentes Colaboradores:

  • Alfred Sholl Franco
  • Anna Carolina Miguel
  • Camila Marra
  • Fabrício Bruno Cardoso

Alunos Selecionados (os alunos confirmados estão marcados em negrito):

  • Aimi Tanikawa de Oliveira  (Aqui. linguagem escrita em PC)
  • Alinny R. Issac (Aqui. linguagem oral)
  • Amanda Mayume Braga Tasaka Nascimento (aqui. linguagem escrita)
  • Bruna Valério Gomes (Hipocampo e memória)
  • Bruno Gil Massa (Tomada de decisão e empatia) (10F)
  • Carlos Augusto Borges de Andrade Gomes (Alcool e performance motora)
  • Cristiane Borges Patroclo (Memória e envelhecimento)
  • Eduardo Butturini de Carvalho (Atenção e distração)
  • Erli Gonçalves Magalhães Junior (Sono e aprendizagem/memória) (5F)
  • Ester Maiolini Ribeiro (Redes enurais e circuitos) (5F)
  • Fabio Barbosa Machado Torres (Consciênica)
  • Gabriel Freire Miranda (Período crítico e plasticidade)
  • Gabriel Oliveria (Motivação e atenção)
  • Fellipe Salles D’Azevedo Teixeira (Produção de conhecimento)
  • Fernanda de Figueiredo Torres (Imaginação)
  • Gabriel Oliveira de Carvalho (5F)
  • Marcelo Augusto Meloni Santos (Alcool e desenvolvimento) (5F)
  • Nayla Schenka Ribeiro (Bilinguismo)
  • Priscila da Hora Vieira (Alcool e memória)
  • Rafael Serafim Pinto (TDAH e desenvolvimento)
  • Talita da Silva de Assis
  • Thais de Castro Paiva (Experiência e ilusões) (5F)
  • Viviane Veiga Rodrigues (TDC e desenvolvimento)

Os trabalhos deverão ser entregues até o dia 01/03/2017, através do e-mail cfcn@cienciasecognicao.org. 

 

Ementa

Esta disciplina visa promover a interação entre os campos das neurociências e da educação e o desenvolvimento de atividades teórico-práticas voltadas para a relação ensino-aprendizagem nos diferentes níveis acadêmicos (básico e superior). Serão abordados os seguintes temas: filosofia do conhecimento e ciências, morfologia do sistema nervoso (macro e micro), desenvolvimento do sistema nervoso, tipos celulares, sinapses, plasticidade e períodos críticos, corporeidade, sistemas sensoriais (sensações e percepções), sistemas motores e movimento, funções superiores (atenção, motivação, percepção, aprendizado, memória, cognição, linguagem e inteligências), distúrbios da aprendizagem e comportamento, sono e aproveitamento acadêmico. As aulas práticas estão relacionadas ao desenvolvimento de estratégias que visam a interação entre as neurociências e a educação (processo Ensino-Aprendizagem e a relação Professor-Aluno) e a  avaliação será feita pela apresentação de pesquisa temática e relatório final referente às atividades desenvolvidas ao longo da disciplina.

Material Didático (Arquivo em formato Acrobat)

 2017 – BFB 831 – AULAS – PARTE 1

2017 – BFB 831 – AULAS – PARTE 2

Programa (Arquivo em formato Acrobat)

 2016-2 – BFB 831 NEUROEDUCACAO

2016-2 - BFB 831 NEUROEDUCACAO

Material Didático (apresentações em formato acrobat)

A ser divulgado no primeiro dia de aula.

Bibliografia Básica

  • ARANHA, G.; CHICHIERCHIO, M.; SHOLL-FRANCO, A. (2015). A divulgação científica como instrumento de desmitificação e conscientização pública sobre neurociências. In: EKUNI, R.; ZEGGIO, L.; BUENO, O.F.A. (Org.) Caçadores de Neuromitos (pp. 204-220). São Paulo (SP): Memnon.
  • ARANHA, G.; SHOLL-FRANCO, A. (2012a). Evolução e Adaptação nos Sistemas da Escritura: Narrativa Transmídia e Cognição. In: KIRCHOF, E. (Org.). Novos Horizontes para a Teoria da Literatura e das Mídias (pp. 93-105). Porto Alegre: ULBRA.
  • ARANHA, G.; SSHOLL-FRANCO, A. (2012b). (Org.) Caminhos da Neuroeducação. 2a Ed. Rio de Janeiro: Ciências e Cognição.
  • COSENZA, R.A.; GERRA, L.B. (2011). Neurociências e Educação – Como o Cérebro Aprende. Porto Alegre: ArtMed.
  • GARDNER, H. (2005). Inteligências Múltiplas: a teoria na prática. Porto Alegre: ArtMed.
  • GAZZANICA, M.S. & HEATHERTON, T.F. (2005). Ciência Psicológica. Mente, Cérebro e comportamento. Porto Alegre: ArtMed.
  • HOWARD-JONES, P. (2010). Introducing Neuroeducational Research: Neuroscience, Education and the Brain from Contexts to Practice. Abingdon: Routledge.
  • SHOLL-FRANCO, A. (2015). Bases morfofuncionais do sistema nervoso In: Neuropsicologia Hoje. 2a. Edição (pp. 25-48). Porto Alegre: Grupo A Artmed.
  • SHOLL-FRANCO, A.; MIGUEL, A.C.; GUEDES, S. (2014). Desenhando Emoções. Rio de Janeiro/RJ: Ciências e Cognição.
  • SHOLL-FRANCO, A.; BARRETO, T.M.; ASSIS, T. S. (2014). Neuroeducação e Inteligência: Como as Artes e a Atividade Física Podem Contribuir para a Melhora Cognitiva. In: Virgulin, A.M.R. & Konkiewitz, E.K. (Org.) Altas Habilidades/Superdotação, Inteligência e Criatividade. (pp. 139-160). Campinas (SP): Papirus Editora.
  • SHOLL-FRANCO, A.; ASSIS, T.; MARRA, C. (2012). Neuroeducação: caminhos e desafios. Em: Aranha, G. & Sholl-Franco, A. (Org.) Caminhos da Neuroeducação (pp. 9-22). 2a. Edição. Rio de Janeiro/RJ: Ciências e Cognição.
  • SHOLL-FRANCO, A.; ARANHA, G. (2015). Tecnologia para Aprender. Revista Neuroeducação, 4: 42-49.

Bibliografia Complementar

  • ANDRADE, L.B. (2010). Psicopedagogia e distúrbios de aprendizagem: uma visão diagnostica. Encontro: Rev. Psicol., 13 (19), 115-143.
  • AUSUBEL, D.P. (1982). A aprendizagem significativa: A teoria de David Ausubel. São Paulo (SP): Editora Moraes.BEAR, M.F.; CONNORS, B.W.; PARADISO, M.A. (2002). Neurociências – Desvendando o Sistema Nervoso. Porto Alegre, ArtMed Editora.
  • BAUER, M. W.;PETKOVA, K.; BOYADJJEWA, P. (2000). Public knowledge of and attitudes to science – alternative measures. Science, Technology & Human Values 25 (1): 30-51.
  • COREW, T. J.; MAGSMEN, S. H.. (2010). Neuroscience and Education: An Ideal Partnership for Producing Evidence Based Solutions to Guide 21st Century Learning.  Neuron, 67 (5): 685-8.
  • FISCHER, K.W.; IMMORDINO-YANG, M.H.; WABER, D. (2007).  Toward a grounded synthesis of mind, brain, and education for reading disorders: An introduction to the field and this book.  In: K.W. FISCHER, J.H. BERNSTEIN, & M.H. IMMORDINO-YANG (EDS.), Mind, Brain and Education in Reading Disorders, (pp. 3-15).  Cambridge, U.K.: Cambridge University Press.
  • GAZZANIGA, M.S. (2005). Arts and Cognition: progress report on brain research. New York: Dana Foundation and Dana Alliance for Brain Initiatives.
  • GEAKE, J. (2008). Neuromythologies in education. Educ. Res. 50, 123–133.
  • HOOK, C.; FARAH, M. (2012). Neuroscience for educators: what are they seeking, and what are they finding? Neuroethics. doi: 10.1007/s12152-012-9159-3.
  • HUTTENLOCHER, P.R. (2002). Neural plasticity: The effects of the environment on the development of the cerebral cortex. Cambridge (MA): Harvard University Press.
  • JENKINS, Henry. Cultura da Convergência. São Paulo: Aleph, 2008.
  • KANDEL, E.R. SCHWARTZ, J.H.; JESSEL, T.M. (2003). Fundamentos da Neurociência e do Comportamento. São Paulo: Ed. Manole.
  • LOUZADA, F.; MENNA-BARRETO, L. (2007). O sono na sala de aula. Tempo escolar e tempo biológico. Rio de Janeiro: Vieira & Lent.
  • NÓVOA, A. (2009). Para una formación de profesores construida dentro de la profesión. Revista de Educación, 350, 203-218.
  • ORFEU, M.; BUXTON, A.-M.; CHANG, J. C.; SPILSBURY, T.; BOS, H.; EMSELLEM, K. L.K. (2015). Sleep in the modern family: protective family routines for child and adolescent sleep. Sleep Health, 1, 15-27.
  • PAROLIN, I.C.P. (2007). Pais e Educadores: quem tem tempo de educar? Porto Alegre: Mediação.
  • PIAGET, J.; INHELDER, B. (1969). The psychology of the child (8th Edition). New York (NY): Basic Books.
  • PICKERING, S. J.; HOWARD-JONES, P. (2007). Educators’ views on the role of neuroscience in education: findings from a study of UK and international perspectives. Mind Brain Educ. 1, 109–113.
  • RIESGO, R. (2006). Anatomia da Aprendizagem. Em: ROTTA, N.T.; OHLWEILER, L.; DOS SANTOS RIESGO, R. (2007). Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. (pp. 21-42). Porto Alegre: Artmed.
  • SCHIFFMAN, H.R. (2005). Sensação e percepção. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Editora LTC.
  • SHOLL-FRANCO, A. (2015). Ponto de Vista: Deturpações e Oportunismos. Revista Neuroeducação, 3: 66.
  • SHOLL-FRANCO, A., VEQUE, T. (2013). Fazendo Arte com o Cérebro. Rio de Janeiro: Ciências e Cognição, 36p.
  • TERUEL, F.M. Neurocultura. Paradigma, v. 6, p. 3, 2008.
  •  THOMAS, M.S.C.; KNOWLAND, V.C.P. (2009). Sensitive periods in brain development: Implications for education policy. Touch Briefings of Brain Development, 2 (1), 17-20.

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