[#2] File Error – Memória corrompida


Crônicas - Capa 00 - webTítulo: NEURAVENTURA – CRÔNICAS DA RESISTÊNCIA

  • Criadores: Glaucio Aranha e Alfred Sholl Franco
  • Roteiro: Glaucio Aranha
  • Arte e Capa: Rodrigo Azevedo
  • Letras: Rodrigo Azevedo
  • Consultoria Científica: Alfred Sholl

 

 

 


Anteriormente [Parte 1 – Reboot]: Gustavo vai ao enterro de Nora Freitas, mas limita-se a observar a distância, o que chama a atenção do irmão de Nora, Heitor, que decide retornar à São Paulo para procurar o desaparecido agente Eduardo Costa. Dias antes, Nora se sentia em perigo, procurou secretamente um aliado, Carlos, para quem passou alguns registros sensoriais. Nora descobre que sua célula de resistência está comprometida, quando percebe que os dados de um caso de possível recrutamento parece ter sido deletado do sistema e alterado na mente de sua equipe. Ela liga para Gustavo, que ativa alguns agentes de confiança (Carlos e Sérgio) para proteger uma misteriosa garota.


 

Parte 2: FILE ERROR – MEMÓRIA CORROMPIDA

Heitor Freitas: “Retornei à São Paulo faz dois dias e juntamente com os integrantes da célula de resistência daqui tentamos em vão localizar o agente Eduardo. Hoje, tocou a campainha do meu consultório e era ela. O idiota está com amnésia. Ele deveria ter participado do teste de um novo nanita. Ele treinou para isso, mas estava desaparecido. Minha irmã foi em seu lugar. Ela não estava preparada para realizar a acoplagem neural e acabou morrendo durante o teste.

Nitidamente, ele está contaminado, o que quer dizer que qualquer informação que ele receba estará disponível na Neuronet. Só poderei entrar na conversa verdadeira quando ele for imunizado.”

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[+ sobre Amnésia] [+ Dossiê: Eduardo Costa] [+ Dossiê: Heitor Freitas] [+ leia a webcomic “Memórias perdidas”]

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[+ sobre a neuronet]

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[+ sobre alcoolismo] [+ áudio com Eduardo falando sobre seu passado]

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Eduardo Costa: “Subitamente, uma inundação de imagens embaralhadas. Sim, meu nome é Eduardo Costa e sou um neurocrackers, um especialista em invadir o sistema nervoso das pessoas e observar, monitorar, roubar ou alterar informações. Atuo na célula do grupo de resistência Comando Imuno, em São Paulo. Eu conheço esse cara. É o Heitor, um neuropsicólogo com QI fenomenal e inteligência emocional. Ele faz parte da célula em que atuo, mas é um completa idiota. Extremamente prepotente e, infelizmente, o ‘big boss’ do meu grupo. Ainda me pergunto que foi o idiota que o colocou lá. Ele está certo em dizer que sou um idiota. Obviamente, fui alvo de algum outro neurocracker, mas quanto à Nora… Morta? Não faço ideia do que ele está falando, mas é o irmão dela e, logicamente, não está mentindo. Roubaram pedaçõo da minha memória. Algum desgraçado apagou muitos circuitos da minha cabeça. Preciso entender melhor o que está havendo.”

[+ sobre a caixa]

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[+ sobre o envelope e a missão de Nora]

Eduardo: “Não adianta querer discutir com esse mané. Preciso de tempo para entender melhor o que está acontecendo e não terei isso aqui. Não com ele. Vou sair daqui e o que tem nessa droga de envelope.”

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