CONSCIENTIZAÇÃO Com vídeos, neurologista do HU alerta para prevenção e tratamento do AVC-por Bianca Cegati Ozuna–canal youtube: https://www.youtube.com/channel/UCrE1N1p5tTnErP5rUA8lrxA

 

 

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Ninguém é perfeito, um filme de Joel Schumacher- 2007. Walter Joontz (Robert De Niro) um guarda de segurança aposentado, ultraconservador com orgulho, que vive em Nova York. Certo dia, ao tentar ajudar um vizinho em dificuldades, Walter sofre um AVC que o deixa com paralisia parcial do corpo. Ele supera a perda da autoestima, a vergonha e o isolamento através de um programa de reabilitação que inclui aulas de canto com um artista que mora no apartamento de cima: uma drag queen chamada Rusty (Philip Seymour Hoffman).

Ninguém é perfeito, um filme de Joel Schumacher- 2007.
Walter Joontz (Robert De Niro) um guarda de segurança aposentado, ultraconservador com orgulho, que vive em Nova York. Certo dia, ao tentar ajudar um vizinho em dificuldades, Walter sofre um AVC que o deixa com paralisia parcial do corpo. Ele supera a perda da autoestima, a vergonha e o isolamento através de um programa de reabilitação que inclui aulas de canto com um artista que mora no apartamento de cima: uma drag queen chamada Rusty (Philip Seymour Hoffman).

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acessível em: http://www.ebserh.gov.br/web/hu-ufgd/noticia-aberta

Hospital Universitário da UFGDHU-UFGD

Universidade Federal da Grande DouradosUFGD

Dia 29 de outubro é o Dia Mundial do AVC, doença que é a segunda causa de mortes no Brasil

Nos vídeos, a neurologista Elisabete Castelon aborda o AVC, desde a prevenção à reabilitação, e conta com a parceria da fisioterapeuta Ângela Cristina Lima para explicações sobre as funções musculares dos pacientes e demonstração de exercícios

Estabelecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em parceria com a Federação Mundial de Neurologia, o dia 29 de outubro se tornou a data global de conscientização sobre a doença que, a cada seis segundos, afeta a vida de uma pessoa no planeta: o Acidente Vascular Cerebral (AVC), também popularmente conhecido como derrame.

Como forma de colaborar com a causa, prevenindo e informando, a neurologista e psiquiatra Elisabete Castelon, do Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados (HU-UFGD), publicou na última semana uma série de seis vídeos feitos em parceria com o professor Edward Ziff, da New York University, que abordam desde a prevenção e o reconhecimento da doença até o tratamento e a adaptação do paciente acometido pelo AVC.

Nos vídeos, a neurologista Elisabete Castelon aborda o AVC, desde a prevenção à reabilitação, e conta com a parceria da fisioterapeuta Ângela Cristina Lima para explicações sobre as funções musculares dos pacientes e demonstração de exercícios

Profa Ângela Cristina Lima (fisioterapia-UNIGRAN) e Profa Eisabete Castelon Konkiewitz (neurologia-UFGD)

A médica, que também atua como professora do curso de Medicina da UFGD, explica que a informação é a principal arma da sociedade no combate à doença que é hoje a primeira causa de incapacitação de pessoas e a segunda causa de mortes no Brasil.“As pessoas, além de se prevenirem, precisam conhecer mais sobre o AVC, precisam saber reconhecer os sinais de alerta e como agir, pois o paciente precisa chegar em tempo hábil ao especialista. É necessária a formação de uma rede de AVC, envolvendo SAMU, PSF, hospitais e população. Quanto mais rápida a reação, mais pode ser feito por essa pessoa para reverter o quadro”, alerta, lembrando que nem sempre a incidência de AVC ocorre de maneira perceptível.

Ela esclarece que existem dois tipos de Acidente Vascular Cerebral: o isquêmico, quando há a obstrução da circulação sanguínea, e o hemorrágico, em que há a ruptura de um vaso. Ambos apresentam os mesmos sintomas, mas em caso de hemorrágico, os sinais podem ser um pouco mais intensos.

Além das dicas para prevenção, reconhecimento e ação rápida diante de um quadro de AVC, a médica fala sobre a importância do tratamento multiprofissional para reabilitação do paciente e sua reintegração à sociedade. “É necessário, ainda, após o AVC, que se continue a investigar sua causa para que não haja reincidência”, diz.

Com a participação da fisioterapeuta do HU-UFGD e docente da Unigran, Ângela Cristina Lima, dois dos vídeos abordam a reabilitação e a adaptação física do paciente, com explicações sobre posicionamento correto, mobilidade e independência, incluindo, inclusive, a demonstração de exercícios.

Prevenção

Elisabete diz que até pouco tempo, a pessoa acometida por AVC era considerada incapaz e não recebia tratamento para reabilitação, pois seu estado era considerado irreversível. No entanto, na década de 1990, a doença começou a ser tratada como questão de saúde pública, impulsionada pelo movimento de profissionais de saúde da Europa, que montaram os primeiros centros de reabilitação específicos para o AVC.

Além dos fatores genéticos, hereditários e de idade, que não podem ser modificados, outras condições contribuem para a ocorrência do AVC. Pessoas com hipertensão, diabetes, doenças cardíacas como arritmia, obesos, fumantes, alcoólicos, sedentários, usuárias de contraceptivos orais (pílula), mulheres que fazem reposição hormonal e dependentes de cocaína e anfetaminas estão mais propensos a sofrerem um Acidente Vascular Cerebral. Prevenir e controlar esses quadros é fundamental.

Sinais de alerta

Para reconhecer os sintomas de um AVC, algumas ações simples podem ser tomadas: peça à pessoa que está passando mal, que dê um sorriso e verifique se a boca está torta; veja se ela consegue levantar os dois braços; peça, também, que ela cante ou fale uma frase e observe se a fala está arrastada. A qualquer desses sinais, a orientação é acionar imediatamente o SAMU pelo telefone 192 ou encaminhar a pessoa emergencialmente a um hospital preparado para atender casos de AVC.

Reabilitação

A abordagem multiprofissional é a forma ideal de tratamento para vítimas de AVC. Elisabete afirma que, além do acompanhamento com o médico neurologista, deve haver o envolvimento fisioterapeuta, nutricionista, fonoaudiólogo, psicólogo e assistente social (para orientações sobre direitos e políticas voltadas ao tema).

“A reabilitação deve ser feita de forma a reorganizar a vida do paciente, pois ele vai ter que reaprender várias coisas, aumentando as chances de se reintegrar, trabalhando na melhoria de suas funções musculares, sua independência e sua qualidade de vida”, conclui.

Vídeos

Para assistir os vídeos elaborados pela neurologista, basta acessar seu canal no Youtube: Elisabete Castelon. Lá também há materiais audiovisuais com orientações sobre o Mal de Alzheimer e a Doença de Parkinson. Abaixo, estão os links para cada vídeo, separadamente.

“AVC: como reconhecer, como agir, como prevenir”

https://www.youtube.com/watch?v=2KoX6sSc2s4

“AVC: reabilitação e equipe multiprofissional”

https://www.youtube.com/watch?v=blzVijyso5I

“A vida após o AVC: reabilitação e neuroplasticidade”

https://www.youtube.com/watch?v=f0p7WlvK4pw

“A vida após o AVC: independência, comunicação e qualidade de vida”

https://www.youtube.com/watch?v=1NQZqlAQUnc

“Fisioterapia após o AVC: posicionamento correto e reabilitação”

https://www.youtube.com/watch?v=R5Nk0a00VTk

“Fisioterapia motora após o AVC: exercícios básicos e transferências”

https://www.youtube.com/watch?v=R3aZ89uKCYM

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Um Comentário

  1. Excelente conteúdo tanto em texto, quando em links de vídeos.

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