nov 09 2017

SEMIOLOGIA NEUROLÓGICA EM VÍDEO Elisabete Castelon Konkiewitz; Gustavo Carneiro De Rezende- Universidade Federal da Grande Dourados.

 

 

Introdução: O ensino de neurologia é de extrema importância na formação médica ao abordar problemas de saúde pública como depressão, distúrbios de comportamento, alterações cognitivas e motoras. Contudo, ele esbarra na dificuldade que os acadêmicos relatam em aprender de maneira efetiva essa disciplina, uma vez que sua realização é complexa e depende da exaustiva repetição da propedêutica semiológica correta. Objetivos: O projeto visa facilitar a compreensão da propedêutica da clínica neurológica por meio de um estudo com base na confecção de um material audiovisual, embasado na literatura semiológica disponível, contribuindo como uma ferramenta disponível a todo momento em uma forma agradável, descontraída e ao mesmo tempo altamente didática. Relato de experiência: Durante a elaboração do vídeo, contamos com a participação de alunos do segundo, ao sexto ano de medicina. Foi uma experiência sensacional ver alunos de diferentes níveis de conhecimento médico interagindo-se, no intuito de transmitir um conhecimento que até então, pra eles próprios, era algo de difícil memorização.Percebemos também o quão tímidos alguns alunos se mostraram perante a câmera. Esbarramos nessa dificuldade, mas ao mesmo tempo exploramos isso, no intuito de questionar cada integrante a dificuldade do docente em transmitir o saber, seja na sala de aula, em alas práticas, ou em outro método didático. Resultados: Foi criado um vídeo com propedêutica semiológica dos principais temas da neurologia. O vídeo final tem duração de 1:50 min com edição própria, independente, sem ônus ao projeto. Conclusão: Percebemos o quanto foi válida essa abordagem para o ensino da semiologia neurológica. Os alunos relataram grande entendimento e aceitação do conteúdo exposto. Vimos também que devemos explorar as mais variadas formas de transmitir o conhecimento, sendo essas, importantes elementos da produção do saber, possibilitando um aprendizado mais sólido e menos enfadonho.

Publicado nos Anais do Congresso Brasileiro de Educação Médica-2014

http://cobem.com.br/2014/anais/resumos.htm

cobem.com.br/2014/anais/trabalhos/art862_1.docx

 

Link permanente para este artigo: http://cienciasecognicao.org/neuroemdebate/?p=4034

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