Você precisa mapear o seu cérebro!- por Elisabete Castelon Konkiewitz

O cérebro governa todo o corpo. De fato, é nesse órgão que se iniciam os comandos para tudo o que fazemos e percebemos, desde as funções mais básicas para a sobrevivência, como respiração, batimentos cardíacos, digestão, até as experiências mais complexas, como os sonhos, o raciocínio matemático, a paixão, o… Continue lendo…

Transtorno do Espectro Autista: diagnósticos diferenciais, por Gustavo Wolff Cardoso

O Transtorno do Espectro autista (TEA) é uma desordem de base biológica do desenvolvimento neurológico caracterizada por déficits persistentes na comunicação e interação social associados a restrições e repetições de padrões de comportamento, interesse e atividades [1]. A prevalência do TEA aumentou ao longo dos anos, particularmente desde o final… Continue lendo…

Filmagem da palestra “Alterações cognitivas e psiquiátricas na epilepsia mesial temporal: um sério problema pouco estudado”-Elisabete Castelon Konkiewitz-

Palestra da Profa Dra Elisabete Castelon Konkiewitz durante o IV Simpósio Internacional de Neurociências da Grande Dourados sobre as alterações cognitivas (funções executivas, memória de trabalho) e afetivas (depressão e ansiedade) que acompanham a epilepsia mesial temporal. A palestra se inicia com noções básicas sobre epilepsia e depois apresenta a… Continue lendo…

IV International Grand Dourados Neuroscience Symposium-October, 4th-7th, 2017-http://neurocienciasdourados.com.br/index.html

    A Faculdade de Ciências da Saúde (FCS) da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) vem com alegria anunciar e convidar a todos para o IV International Grand Dourados Neuroscience Symposium, o qual ocorrerá entre 04 e 07 de outubro de 2017. Esta é a quarta edição internacional do… Continue lendo…

COMPLICAÇÕES NEUROLÓGICAS DO USO DA COCAÍNA E DO CRACK-NATALHA BRISTOT PAUROSI

Cocaína A cocaína é um alcalóide natural extraído da planta Erythroxylon coca, estimulante do SNC e anestésico local. Pode provocar efeitos físicos e psíquicos agudos importantes, tanto em usuários crônicos, eventuais ou iniciantes, instabilizar problemas clínicos de base ou ainda gerar complicações clínicas pelo uso prolongado. Boa parte dos indivíduos… Continue lendo…

EPILEPSIA NA INFÂNCIA- por Alexandre Valotta da Silva e Marly de Albuquerque. In: APRENDIZAGEM, COMPORTAMENTO E EMOÇÕES NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA: UMA VISÃO TRANSDISCIPLINAR. Organização: Elisabete Castelon Konkiewitz. Editora UFGD, Dourados, 2013.

Aspectos gerais   A epilepsia é uma doença bastante comum. Estudos populacionais indicam que, a cada mil pessoas, pode haver até dez indivíduos com epilepsia. Estima-se que o número de pessoas com epilepsia no mundo pode ser superior a cinquenta milhões de indivíduos. A epilepsia é uma doença do sistema… Continue lendo…

Não são apenas as crises epilépticas: cognição, emoção e comportamento na epilepsia mesial temporal-por Elisabete Castelon Konkiewitz, Francisco Márcio Catsarini Junior

Artigo de revisão publicado na revista  Neurociências & Psicologia , v. 12, n. 2 (2016) Resumo   A epilepsia mesial temporal (EMT) é uma forma de epilepsia focal, sendo a forma mais comum de epilepsia refratária. A EMT refratária se associa a prejuízo cognitivo, sendo a memória o domínio mais afetado.… Continue lendo…

Livro explica sobre os problemas de comportamento e as dificuldades escolares-http://www.progresso.com.br/caderno-a/ciencia-saude/livro-explica-sobre-os-problemas-de-comportamento-e-as-dificuldades-escolares

  Dificuldades e transtornos de aprendizagem apresentados na infância têm sempre forte impacto sobre a vida da criança, de sua família e sobre o seu entorno. Buscar informações com profissionais da educação e da saúde e por meio de pesquisas que esclareçam dúvidas auxilia na compreensão racional do problema para… Continue lendo…

Compreendendo o que é epilepsia e o papel da neurocirurgia no seu tratamento-por Leandro Codognoto da Silva e Marcelo Oliveira Coutinho

  Definição da epilepsia Trata-se de uma doença crônica caracterizada por crises epilépticas espontâneas e repetidas. Para que o diagnóstico possa ser estabelecido, é preciso que o paciente apresente, pelo menos, duas crises dentro de um ano, sem uma causa externa, como febre, ingestão de álcool,  intoxicação por drogas, ou abstinência.… Continue lendo…